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Fita magnética da Fujifilm e IBM traz até 580 TB de capacidade


Uma nova fita magnética criada pela empresa japonesa Fujifilm, em parceria com a IBM, resulta em até 580 TB (terabytes) de armazenamento, podendo ser especificamente útil para empresas com grandes parques tecnológicos ou que atuam no gerenciamento de amplas quantidades de dados.


O anúncio feito pela IBM detalhou as especificações da invenção: a nova fita magnética traz 317 GB (gigabytes) de armazenamento por polegada quadrada, algo obtido por um protótipo construído pela Fujifilm – o qual as empresas referem-se como “material particulado de estrôncio e ferrita”.



Nova fita magnética criada pela IBM, em parceria com a Fujifilm, traz até 27 vezes mais eficiência do que modelos atualmente usados. Imagem: IBM/Divulgação


Em termos leigos, a nova fita magnética criada pelas empresas tem até 27 vezes mais densidade de área do que os modelos atuais usados nas grandes empresas. Basicamente, ela grava mais dados por tamanho físico do que fitas magnéticas atuais. Numa comparação simples, 580 TB é o equivalente a uma pilha de 786.977 CDs, empilhados em uma coluna de 944 de altura.


Além disso, a Fujifilm também instalou um novo tipo de cabeçote, que traz baixa fricção e permite o uso de mídias mais macias na composição da fita. Combinando isso com o material baseado em estrôncio (ao contrário dos modelos atuais, que usam bário), a nova fita permite uma densidade linear de 709 Kbpi de leitura de dados.


Ironicamente, o uso de fitas magnéticas como mecanismos de armazenamento é praticado há mais de 60 anos. Mas mesmo em 2020, este modelo é tido como o mais confiável e de melhor custo-benefício para empresas do setor. A IBM e a Fujifilm crêem que a fita magnética ainda deve permanecer como o método primário de resguardo de informações por mais algumas décadas, o que as levou à criação do novo modelo.



Fonte:[olhardigital, IBM]

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Atualizado em    19/01/21

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