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Microsoft e Oracle se unem para criar carteira de vacinação global


Uma coalizão de empresas dos setores de saúde e tecnologia lançaram uma iniciativa que pretende criar uma espécie de carteira de vacinação digital global para a Covid-19. A Vaccination Credential Initiative (VCI) tem como parceiros a Microsoft, Oracle, Salesforce e outras.

O grupo está desenvolvendo um modelo padrão de formulário de vacinação para que organizações que administram vacinas contra a Covid-19 possam fornecer dados em formato digital acessível e Inter operável.


“O objetivo da VCI é capacitar os indivíduos com acesso digital aos seus registros de vacinação para que possam usar ferramentas como o CommonPass [um app que serve como “passaporte” de saúde] para voltar com segurança para e protegendo a privacidade de seus dados”, afirma Paul Meyer, CEO da Commons Project Foundation.

Atualmente, cada país possui seu sistema para acompanhar o histórico de vacinação de seus cidadãos. Acessar, controlar e compartilhar registros de vacinação verificáveis já ​​é um desafio em escala nacional – e impensável em escala global. O VCI resolveria, em princípio, esse problema com um único repositório de dados baseado em código aberto, que poderia ser acessado por muitos grupos diferentes, todos aderindo às mesmas regras.



No Brasil, o app Conecta Sus concentra os dados da vacinação contra Covid-19. Imagem: Tony Winston/MS



Para Mike Sicilia, vice-presidente executivo das Unidades de Negócios Globais da Oracle, “à medida que o mundo começa a se recuperar da pandemia, ter acesso eletrônico à vacinação, testes e outros registros médicos será vital para o retorno. Este processo precisa ser seja tão fácil quanto um banco online”.


A ideia da “carteira de vacinação global” é criar uma cópia digital criptografada das credenciais de imunização dos usuários, que possa ser armazenada em uma carteira digital. Pessoas sem smartphones podem receber um papel impresso com códigos QR contendo credenciais verificáveis de vacinação.



“Assim como o Covid-19 não discrimina com base na condição socioeconômica, devemos garantir que o acesso aos registros ultrapasse a divisão digital”, acredita Brian Anderson, médico-chefe de saúde digital da Mitre, uma das parceiras do VCI.


Fonte:olhar digital

Via: ZDNet



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Atualizado em    19/01/21

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